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Carcinoma Mamário: Orientações Fisioterapêuticas na Fase Ambulatorial


Carcinoma Mamário: Orientações Fisioterapêuticas na Fase Ambulatorial.

Mammary Carcinoma: Physical Therapeutic Orientations in the Ambulatory Plase.

por Marília Carmem de Araújo Cardoso Sampaio Acioly, Bacharel em Fisioterapia pelo Unipê (2003.1) e aluna do Curso de Especialização em Serviços de Saúde Pública pelo CBPEX.

 

E-MAIL: JPA_CARDOSO@HOTMAIL.COM

 

RESUMO

 

O carcinoma mamário apresenta-se como uma patologia complexa e heterogênea, de etiologia desconhecida, alto índice de incidência e de mortalidade e poucos sinais ou sintomas. Esta patologia pode ser classificada de diversas formas, as quais auxiliam na indicação do prognóstico. No entanto, um diagnóstico precoce e a submissão a um tratamento eficaz, em geral cirúrgico, ainda são fatores fundamentais para melhorar o reestabelecimento e a sobrevida da paciente, onde a atuação de uma equipe multidisciplinar é de extrema importância, cabendo a fisioterapia proporcionar a paciente independência funcional, um retorno mais rápido as suas atividades, melhor qualidade de vida e auto-estima. Sendo, para isto, fundamental que a atuação fisioterapêutica não resuma-se aos atendimentos no pré e no pós-operatório e inclua no tratamento orientações gerais e sobre a realização de exercícios diários domiciliares, destinadas a paciente, familiares e acompanhantes, por serem estes “peças” fundamentais no processo de reabilitação desta patologia. As orientações fisioterapêuticas na fase ambulatorial devem ser iniciadas pelas recomendações gerais relacionadas ao local cirúrgico e ao membro ipsilateral, sendo prosseguidas pelas orientações, não menos importantes, sobre a realização do auto-alongamento, da auto-massagem e do auto-exame das mamas.

 

Palavras-chave: câncer de mama, carcinoma mamário, intervenção fisioterapêutica no câncer de mama.  

ABSTRACT

 

The mammary carcinoma is presented as a complex and heterogeneous pathology, from unknown etiology, high level of incidence and mortality, and a few signals or symptoms. This pathology may be classified in many ways, which help in the prognosis indication. However, precocious diagnosis and the submission to an effective treatment, usually a surgical one, are still fundamental factores to improve the pacient`s re-establishment and survival, where the action of a multi-disciplinary team is extremely important, being up to the physical therapist to provide, to the pacient, functional independence, a faster retum to her activities, best quality of life, and self-esteem. In order to accomplish that, it is fundamental that the physical therapeutic action does not restrict itself to attendances on pre and postoperative, and includes, in the treatment, orientations in general and about the execution of daily home exercices, destinated the pacient, relatives and companions, for them to be fundamental “keys” in the process of reability of this pathology. The physical therapeutic orientations in the ambulatory plase must be initiate for recommendation generality related of the surgical place and of the homolateral member, being pursuit for the orientations, not least importance, about the realization of the self-prolongate, of the self-massage and of the breasts’ self-examination.

 

Keywords: Breasts´ cancer, mammary carcinoma, intervention physical therapeutic in the breasts’ cancer.

 

INTRODUÇÃO

 

O carcinoma mamário é uma patologia complexa e heterogênea, que consiste na formação de um tumor maligno a partir da multiplicação exagerada e desordenada de células anormais, podendo apresentar-se através de inúmeras formas clínicas e morfológicas, diferentes graus de agressividade tumoral e um importante potencial metastático (CÄNCER DE MAMA, 2003; FREITAS et al., 1997).

A cada ano, no Brasil, ocorre cerca de quarenta mil novos casos de carcinoma mamário, e seis mil óbitos por esta patologia, tornando-a a neoplasia mais freqüente, como também uma das principais causas de mortalidade no país (PATOLOGIAS DA MAMA, 2003; TIPOS DE CÄNCER, 2003).

Apesar da sua etiologia desconhecida, muitos fatores ambientais e orgânicos apresentam a capacidade de aumentar o risco de desenvolvimento desta patologia, a qual praticamente não apresenta sinais e sintomas (AVELAR; SILVA, 2000; FRANCO, 1999).

O câncer de mama tem sido considerado como uma patologia potencialmente curável, desde que seja realizado, principalmente, um diagnóstico precoce e um tratamento adequado. No entanto, as seqüelas físicas e psicológicas deixadas por este podem ser inúmeras, sendo fundamentalmente necessário a atuação de uma equipe multidisciplinar, onde a fisioterapia desempenha um papel indispensável na melhoria da qualidade de vida da paciente, através da independência funcional, retorno as atividades da vida diária, prevenção de complicações e do bem-estar físico e emocional da paciente. Sendo para isto, de extrema importância que, além dos atendimentos no pré e no pós-operatório, a paciente seja orientada tanto sobre os aspectos gerais da patologia e do tratamento clínico, cirúrgico e fisioterapêutico quanto sobre os cuidados a serem tomados, especialmente na região cirúrgica e no membro ipsilateral, e sobre os exercícios diários domiciliares, objetivando-se, assim, auxiliar na eficácia da conduta fisioterapêutica (CAMARGO; MARX, 2000; MONTEIRO, 2002).

A realização deste trabalho baseou-se em um desejo pessoal de aprofundar conhecimentos sobre o tema, bem como colaborar cientificamente com aqueles que apresentem o mesmo interesse. Assim sendo, o objetivo desta pesquisa consiste em destacar as principais orientações fisioterapêuticas na fase ambulatorial das pacientes acometidas pelo câncer de mama.    

 

REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

 

De acordo com Camargo e Marx (2000, p. 17), o carcinoma mamário, popularmente conhecido como câncer de mama, pode ser conceituado como uma “ [ ... ] doença complexa e heterogênea, com formas de evolução lenta ou rapidamente progressivas, dependendo do tempo de duplicação celular e outras características biológicas de progressão.”

A palavra câncer é derivada do latim e quer dizer “caranguejo”. O emprego desta palavra a todas as formas de tumores malignos deve-se à semelhança entre as pernas deste crustáceo e os “tentáculos” destes tumores, que caracteristicamente infiltram-se nos tecidos sadios do corpo (O QUE É CÂNCER, 2003).

Em uma concepção mais complexa, o câncer de mama pode ser definido como “ [ ... ] uma  doença degenerativa resultante do acúmulo de lesões do material genético das células, que induz o processo de crescimento, reprodução e dispersão anormal das células (metástase).” (CÂNCER DE MAMA ... , 2003, p. 01)

Torna-se possível, ainda, conceituar-se esta patologia de forma simplificada, ao dizer-se apenas que consiste em um tumor maligno, originado por uma multiplicação exagerada e desordenada de células, que invadem células sadias a sua volta (CÂNCER DE MAMA, 2003).

O carcinoma mamário tem elevado a sua incidência tanto nos países desenvolvidos quanto nos países em desenvolvimento. Em parâmetros mundiais, uma a cada onze mulheres desenvolve algum dos diversos tipos de patologias mamárias durante alguma fase da vida (TIPOS DE CÂNCER, 2003).

No Brasil, o carcinoma mamário é a neoplasia maligna mais freqüente, surgindo a cada ano cerca de quarenta mil novos casos desta patologia (PATOLOGIAS DA MAMA, 2003). Assim sendo, a estimativa é de que sejam diagnosticados quarenta e dois mil novos casos de câncer de mama no país e  que o índice de mortalidade relacionado ao carcinoma mamário supere o valor de nove mil óbitos

A etiologia do carcinoma mamário é desconhecida, ou seja ainda não se encontrou uma causa que possa ser considerada como um fator primário e\ou absoluto para o desencadeamento dessa patologia. Muito embora, saiba-se que alguns fatores apresentam a capacidade de aumentar os riscos do desenvolvimento da mesma (FRANCO, 1999; FREITAS et al., 1997).

Segundo Chaves e colaboradores (1999, p. 96) “os fatores de risco podem ser encontrados no ambiente físico, ser herdados ou representar hábitos ou costumes próprios de um determinado ambiente social e cultural.” Sendo exemplos destes o sexo, a idade, hereditariedade, aumento da expectativa de vida, fatores reprodutivos, hormonais e nutricionais, podem aumentar os riscos de desenvolvimento do carcinoma mamário.

Para Basegio (1999); Franco (1999); Kumar, Cotran e Robbins (199-), a classificação do carcinoma mamário é de fundamental importância para auxiliar na escolha do tratamento adequado e no prognóstico, podendo basear-se em diferentes aspectos, sendo estes: disseminação, morfologia, invasão de tecidos circunvizinhos, histologia e estadiamento do tumor.

Avelar e Silva (2000) e Bastos (1998) enfatizam que, muito embora o carcinoma mamário não apresente muitos sinais e sintomas, quase sempre ele é descoberto pela própria paciente através da observação de alterações mamárias, tais como a presença de nódulos, mudanças repentinas  no tamanho das mamas, retração cutânea ou mamilar e/ou escoamento sanguinolento, durante a realização do auto-exame. Confirmando-se, assim, a importância deste, que associado ao exame clínico e aos exames complementares, permite um diagnóstico precoce e, conseqüentemente, um melhor prognóstico.

Barros e colaboradores (1999); Basegio (1999); Franco (1999); Silva e colaboradores (2002), a escolha do tratamento para o carcinoma mamário depende, basicamente, de uma avaliação individual e criteriosa de cada caso, onde os principais parâmetros considerados devem ser as características do tumor e da paciente e a fase de diagnóstico da patologia. Tendo-se como opções de tratamento as cirurgias conservadoras, como a tumorectomia e quadrantectomia, as cirurgias radicais, representadas pelos diversos tipos mastectomias, e/ou as terapias adjuvantes, tais como a radioterapia, a quimioterapia e a hormonioterapia.

No entanto, Freitas e colaboradores (1997) e Monteiro (2002) relatam que a submissão ao tratamento do carcinoma mamário acarreta inúmeras seqüelas físicas e psicológicas para a paciente, de modo que as complicações cirúrgicas e pós-cirúrgicas ocorrem em 63,6% dos casos. Justificando-se, assim, a valorização por Camargo e Marx (2000) da atuação de uma equipe multidisciplinar, que tem como principal objetivo promover uma reabilitação mais rápida e eficiente e, conseqüentemente, uma melhor qualidade de vida para a paciente.  

Como sugerido por Monteiro (2002), a fisioterapia, através da sua integração na equipe multidisciplinar, atua de maneira direta na prevenção, minimização ou regressão destas seqüelas, apresentando importante papel no pré e pós-operatório do carcinoma mamário. Sendo relevante a realização de uma criteriosa avaliação, uma vez que através desta traça-se os objetivos da conduta e seleciona-se os recursos mais adequados conforme as peculiaridades de cada paciente.

Estudos realizados por Kumar; Cotran e Robbins (199-); Oliveira e Lemgruber (2000) indicam que a associação do diagnóstico precoce com as técnicas cirurgicas, as terapias adjuvantes e com o tratamento fisioterapêutico tem proporcionado um importante aumento na sobrevida e, conseqüentemente, um melhor prognóstico.

Avelar e Silva (2000) destacam que a fisioterapia tem desempenhado um importante papel na reabilitação física e psico-social das pacientes que se submetem a tratamento do carcinoma mamário, por objetivar sempre a maior independência funcional e a melhor qualidade de vida possível. Para isto, é interessante que a atuação fisioterapêutica não resuma-se aos atendimentos no pré e no pós-operatório, sendo de extrema importância a inclusão no tratamento de orientações gerais e sobre a realização de exercícios diários, sendo estas destinadas a paciente, aos familiares e acompanhantes, por serem estes “peças” fundamentais no tratamento nesse processo de reabilitação.

Para Camargo e Marx (2000) as orientações fisioterapêuticas na fase ambulatorial devem ser iniciadas por recomendações gerais relacionadas ao local cirúrgico e ao membro ipsilateral, tais como: deve-se evitar verificar a pressão arterial, receber soro, tirar ou receber sangue ou aplicar injeções, vacinas ou acupuntura no membro superior ipsilateral a cirurgia, uma vez que estes procedimentos, devido as alterações promovidas pelo ato cirúrgico no sistema linfático desta região, facilitam o desencadeamento do linfedema; deve-se evitar exposição excessiva ao sol, sendo indicado o “banho de sol” apenas no início da manhã ou no final da tarde, visto que o aumento da temperatura promove uma vasodilatação periférica, estimulando uma maior ultrafiltração no interstício, porém não estimulando uma maior absorção linfática ou venosa, podendo resultar em complicações circulatórias; na higiene pessoal deve-se evitar o uso de água muito quente, para não promover uma vasodilatação periférica, além de fazer uso, preferencialmente, de sabonete neutro, pois desta maneira previne-se as complicações linfáticas; entre outras, com o objetivo principal de auxiliar na eficácia da conduta fisioterapêutica adotada.

Orientações sobre a realização diária dos exercícios respiratórios durante a fase ambulatorial, também são muito importantes para se estabelecer as condições pulmonares anteriores e evitar complicações respiratórias. Desta forma, a respiração diafragmática deve ser ensinada, podendo estar associada, de acordo com as condições gerais e com a evolução da paciente, aos exercícios de membros superiores e a alguns recursos fisioterapêuticos, tais como bastões, bolas, entre outros, com o objetivo principal de melhorar a expansibilidade pulmonar e as trocas gasosas (KISNER; COLBY, 199-).

Prossegue-se, então, com orientações, não menos importantes, sobre a realização do auto-alongamento, podendo este ser realizado através de exercícios posturais simples, como por exemplo adução e abdução escapular, que buscam minimizar a postura antálgica previamente estabelecida, e de exercícios mais dinâmicos, tais como flexão, abdução e rotação dos ombros, os quais objetivam manter ou melhorar a mobilidade articular e a amplitude de movimento, não esquecendo-se de valorizar a paciente de maneira global, evitando-se, assim, desequilíbrios estáticos inconvenientes, que possam provocar alterações posturais, dor ou desconforto adicional, possibilitando-se um melhor desempenho nas atividades da vida diária. No entanto, deve-se esclarecer a paciente sobre a importância de não se realizar exercícios extenuantes ou excessivos, devendo estes realizar-se diante do espelho para que uma postura correta seja mantida e melhore-se o esquema corporal. Também é fundamental que, inicialmente, o número de repetições seja pequeno, progredindo proporcionalmente a evolução do quadro geral da paciente (AVELAR; SILVA, 2000).  

Deve-se orientar a paciente também sobre a realização diária da auto-massagem, com o intuito de estimular a circulação linfática superficial, auxiliando-se na prevenção do linfedema. E por fim, é importante que se oriente a paciente sobre a realização do auto-exame das mamas, especialmente na mama contralateral ao processo cirúrgico, com o objetivo de identificar precocemente qualquer alteração nesta região.

    

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

Baseando-se nos dados apresentados a partir das referencias obtidas nesta pesquisa, observou-se que a relevância do carcinoma mamário deve-se, principalmente, a complexidade desta patologia, uma vez que apresenta diversas formas clínicas e morfológicas, diferentes graus de agressividade tumoral e significativo potencial metastático, bem como ao seu alto índice de incidência e de mortalidade.

Uma vez que esta é uma patologia de etiologia desconhecida e que, praticamente não apresenta sinais ou sintomas, o diagnóstico precoce e a submissão a um tratamento eficaz, em geral cirúrgico, são fatores fundamentais para melhorar o prognóstico e a sobrevida da paciente. No entanto, este tipo de tratamento pode acarretar diversas alterações, as quais influenciam negativamente na reabilitação da paciente. Desta maneira, a atuação de uma equipe multidisciplinar é de extrema importância, cabendo a fisioterapia proporcionar a paciente uma independência funcional, melhora da auto-estima, o retorno as suas atividades da vida diária, favorecendo assim a qualidade de vida.

Portanto, o tratamento fisioterapêutico deve constar de uma importante e criteriosa avaliação, a partir da qual traça-se os objetivos e a conduta, valorizando-se as características e prioridades de cada paciente. Sendo, fundamental a inclusão de orientações sobre os cuidados a serem tomados, especialmente na região cirúrgica e no membro superior ipsilateral e sobre a realização de exercícios diários domiciliares, uma vez que estes auxiliam na eficácia da conduta fisioterapêutica adotada, favorecendo na prevenção das complicações, no retorno as atividades da vida diária e, assim, na recuperação física e psico-social da paciente.    

 

REFERÊNCIAS

 

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